A UNIBAN mandou publicar hoje no jornal O Estado de São Paulo, caderno Metrópole, ¼ da primeira página para divulgar o resultado da sindicância sobre o episódio da menina que foi ultrajada nas dependências daquele “estabelecimento de ensino superior”*.
“1 – Desligar a aluna Geisy Villa Nova Arruda do quadro discente da Instituição, em razão do flagrante desrespeito aos princípios éticos, à dignidade acadêmica e à moralidade;
2 – Suspender das atividades acadêmicas, temporariamente, os alunos envolvidos e devidamente identificados no incidente ocorrido no dia 22 de outubro”.
Como assim vamos supor?
A menina foi expulsa por vestir como toda menina da idade dela se veste?
Por achar graça, num primeiro momento, das gracinhas sem graças de uns babacas?
A entrada dela foi fraqueada na “universidade”* pelos representantes desta, a responsabilidade é sim da “Instituição”, que premiou trogloditas, num momento de histeria coletiva denegriram a concepção da palavra respeito e urbanidade. A “Instituição” ratificou o comportamento deles, deu sua benção.
Se a Tati lá estudasse, segunda-feira trancaria a matrícula. Não, abandonaria a “Instituição” e se tivesse algum diploma de lá, esconderia no fundo de uma gaveta trancada, ou melhor picaria em mil pedaços.
Se fosse para contratar alguém, portador de diploma da UNIBAN seria eliminado sumariamente.
É inadmissível que uma Instituição de Ensino séria admita e ratifique qualquer atitude preconceituosa.
A bem da verdade, sorte dessa moça que nunca mais vai colocar os pezinhos naquele pardieiro.
*(por considerar que a UNIBAN não faz parte de uma Instituição de Ensino, asteriscos foram colocadas).