A Tati estava em incansável busca da calça branca perfeita, a saga.
Durante extatos 4 meses a Tati entrou de loja em loja, no Rio e em São Paulo em busca da tão almejada calça branca perfeita. Até um dia, na semana passada ela foi achada.
Quer dizer ela achou a Tati. Estava na vitrine, gritando desesperadamente:
- Olha eu aqui Tati, vem, estou aqui por pouco tempo, esperando você!
A Tati entrou e perguntou o preço, claro.
Basicamente o preço de um rim e uma parte do fígado no mercado negro. Vamos experimentar. A vendedora pergunta o número, a Tati não sabe pode ser de 36 à 40, dependendo da modelagem.
Chega a vendedora com a calça na mão, a Tati experimenta, fica larga na cintura.
Essas gringas não têm bunda nem cintura, quase que a Tati desiste (isso que dá passar 2 vezes na fila da bunda), mas a loja dispõe de costureiras exatamente por esse motivo.
A Tati compra a calça e vai buscá-la na segunda.
Olha ele ai de novo.
O macho da Tati.
O grande e espaçoso Murphy.
Faz mais de 1 semana que não faz um sol digno de se desfilar com a calça branca.
Murphy do caraleo.